Sobre

Sou o Rafael Stein.
Pai da Maria Clara e do Francisco.

Trabalho com comunicação, estratégia e projetos. E também com aquilo que a vida não organiza.

A escrita começou quando a vida saiu do lugar. Aos poucos, foi abrindo um caminho que hoje atravessa tudo.

Caminho

Foi daí que comecei a olhar para as masculinidades. Primeiro em mim. Depois com outros homens.

Hoje, meu trabalho acontece no encontro entre experiência vivida, escrita, facilitação e construção de programas e projetos.

Trabalho com grupos reflexivos de homens, palestras, workshops, jornadas de aprendizagem e processos de reflexão sobre masculinidades, paternidade, cuidado, luto, cultura e presença.

Mais recentemente, esse caminho também começou a apontar para a origem, com o Projeto Meninos, voltado à formação emocional de meninos em escolas.

Trajetória

Há mais de duas décadas, trabalho com pessoas, projetos, organizações e narrativas. Nesse percurso, fundei uma agência de comunicação, criei uma escola de cursos livres e liderei equipes e projetos de transformação digital. Comunicação, tecnologia, educação e desenvolvimento de negócios já faziam parte do caminho antes de eu me aproximar do trabalho com homens.

Hoje, essas experiências se encontram. Esse trabalho também acontece em parceria com outras pessoas e organizações.

No Instituto PDH, sou Coordenador de Projetos Especiais, Tecnologia e IA desde outubro de 2026 e sigo atuando como facilitador. Transformo necessidades do Instituto em projetos, produtos, plataformas e processos, articulando escopo, equipes, fornecedores, desenvolvimento e documentação para que as soluções possam se sustentar.

Coordeno o Programa Pessoas Aliadas (PPA) e a infraestrutura digital e tecnológica do Instituto PDH e do PapodeHomem.com.br. Também organizo processos, dados e indicadores e estruturo o uso de inteligência artificial no Instituto: gestão do conhecimento, agentes, automações, governança, segurança da informação e uso responsável. É parte do trabalho de criar condições para que pessoas e projetos aconteçam.

A facilitação continua fazendo parte dessa atuação. No Instituto, conduzo workshops, treinamentos, jornadas de aprendizagem, rodas de conversa, palestras e outras iniciativas sobre masculinidades, paternidade, cuidado, equidade de gênero e transformação cultural.

Sou também consultor associado na Horagá Diversidade, colaborando em projetos de transformação cultural organizacional com foco em diversidade, equidade, inclusão e masculinidades.

Também coordeno grupos reflexivos de homens no Instituto Ana Michelle e no projeto Luto do Homem e sou formado na metodologia de Grupos Reflexivos de Gênero do MEMOH.

No Instituto Ana Michelle, essa atuação se desdobra no Grupo de Homens do Instituto Ana Michelle / Casa Lavanda, um espaço de acolhimento reflexivo para homens atravessados pelo cuidado, pelo adoecimento e pelo luto.

Sigo atuando com comunicação, estratégia e desenvolvimento de projetos para clientes próprios, criando posicionamentos, narrativas e soluções que conectam marcas, pessoas e contextos.

Também atuo como CMO da Smart Money Ventures, apoiando desenvolvimento de negócios, posicionamento, comunicação, produto e crescimento.

Sou autor da newsletter do Depois e criei o projeto Cartas para Maria. Escrevo sobre o que atravessa a vida dos homens: luto, cuidado, masculinidades, paternidade, vínculos e as formas de seguir vivendo.

A escrita foi ficando, ganhou corpo e começou a alcançar outros espaços. Ela também me levou ao Queer Eye Brasil, na primeira temporada da série na Netflix, e a uma fala no TEDx.

Livros

Parte dessa escrita também tomou forma em livro.

Sou coautor de Luto por perdas não legitimadas na atualidade e de Quando a morte chega em casa.

Também escrevi um capítulo em Imaginando adolescência, de Thaís Vilarinho.

E sigo na revisão de Por você eu faria isso mil vezes, livro que ainda está em processo.

Eu não cheguei aqui por plano. Foi caminho.

E ele segue em aberto.