Sobre

Sou o Rafael Stein.
Pai da Maria Clara e do Francisco.

Trabalho com comunicação, estratégia e projetos. E também com aquilo que a vida não organiza.

A escrita começou quando a vida saiu do lugar. Aos poucos, foi abrindo um caminho que hoje atravessa tudo.

Caminho

Foi daí que comecei a olhar para as masculinidades. Primeiro em mim. Depois com outros homens.

Hoje, meu trabalho acontece no encontro entre experiência vivida, escrita, facilitação e construção de programas e projetos.

Trabalho com grupos reflexivos de homens, palestras, workshops, jornadas de aprendizagem e processos de reflexão sobre masculinidades, paternidade, cuidado, luto, cultura e presença.

Mais recentemente, esse caminho também começou a apontar para a origem, com o Projeto Meninos, voltado à formação emocional de meninos em escolas.

Trajetória

Hoje, esse trabalho também acontece em parceria com outras pessoas e organizações.

No Instituto PDH, atuo como Facilitador e Gestor de Programas Estratégicos. Minha atuação combina facilitação, gestão de projetos, desenvolvimento de programas, tecnologia e inovação em iniciativas voltadas às masculinidades, à paternidade, ao cuidado, à equidade de gênero e à transformação cultural.

Sou também consultor associado na Horagá Diversidade, colaborando em projetos de transformação cultural organizacional com foco em diversidade, equidade, inclusão e masculinidades.

Também coordeno grupos reflexivos de homens no Instituto Ana Michelle e no projeto Luto do Homem e sou formado na metodologia de Grupos Reflexivos de Gênero do MEMOH.

No Instituto Ana Michelle, essa atuação se desdobra no Grupo de Homens do Instituto Ana Michelle / Casa Lavanda, um espaço de acolhimento reflexivo para homens atravessados pelo cuidado, pelo adoecimento e pelo luto.

Sigo atuando com comunicação, estratégia e desenvolvimento de projetos para clientes próprios, criando posicionamentos, narrativas e soluções que conectam marcas, pessoas e contextos.

A escrita foi ficando, ganhou corpo e começou a alcançar outros espaços. Ela também me levou ao Queer Eye Brasil e a uma fala no TEDx.

Livros

Parte dessa escrita também tomou forma em livro.

Sou coautor de Luto por perdas não legitimadas na atualidade e de Quando a morte chega em casa.

Também escrevi um capítulo em Imaginando adolescência, de Thaís Vilarinho.

E sigo na revisão de Por você eu faria isso mil vezes, livro que ainda está em processo.

Eu não cheguei aqui por plano. Foi caminho.

E ele segue em aberto.