Meu trabalho nasce da escuta e da tentativa de dar forma ao que, muitas vezes, não tem nome.
Ao longo do tempo, isso encontrou caminhos com homens, em grupos e organizações, em escolas e projetos e também na origem, com meninos.
Meu trabalho nasce da escuta e da tentativa de dar forma ao que, muitas vezes, não tem nome.
Ao longo do tempo, isso encontrou caminhos com homens, em grupos e organizações, em escolas e projetos e também na origem, com meninos.
Parte da minha experiência com luto, paternidade e cuidado ganhou visibilidade pública no segundo episódio de Queer Eye Brasil, da Netflix.
Ali, uma história íntima sobre perda, presença e reconstrução encontrou uma conversa maior: como homens aprendem a cuidar, como atravessam suas perdas e como podem reconhecer que também precisam ser cuidados.
O que apareceu na tela como uma história pessoal hoje atravessa minha escrita, meus grupos, minhas palestras e os processos que facilito com homens, organizações e escolas.
Facilito grupos nos quais homens podem falar, escutar e se implicar. Sem precisar sustentar uma imagem ou representar o papel que se espera deles.
O que aparece não é corrigido. É sustentado.
Esse trabalho acontece em diferentes espaços. No Instituto PDH, onde atuo como Facilitador e Gestor de Programas Estratégicos. Na Horagá Diversidade, como consultor associado. E na coordenação de grupos reflexivos de homens no Instituto Ana Michelle e no projeto Luto do Homem.
Uma dessas experiências é o Grupo de Homens do Instituto Ana Michelle / Casa Lavanda, um espaço de acolhimento reflexivo para homens atravessados pelo cuidado, pelo adoecimento e pelo luto.
Parte dessa escuta também se apoia em uma compreensão mais ampla sobre como os homens aprendem a existir no mundo. Essa base aparece com mais profundidade aqui.
Parte do que atravessa os homens também atravessa as empresas: formas de se relacionar, de liderar e de silenciar, muitas vezes aprendidas muito antes do trabalho.
Cuidado, presença e corresponsabilidade também entram nessa conversa. No texto Paternidade e cuidado, faço uma leitura do relatório da Equimundo sobre pais, trabalho, cuidado e a pressão que ainda recai sobre os homens para prover.
Em encontros, palestras, workshops e jornadas de aprendizagem, abrimos espaço para olhar para esses padrões — e para o que pode ser diferente.
Em outros contextos, esse trabalho se transforma em processos mais longos, programas e projetos construídos de acordo com a realidade da organização.
Parte da minha trajetória também aparece na palestra Paternidade: a construção de vínculo na presença, apresentada no TEDx Campinas.
Ali, falo sobre luto, masculinidade, cuidado e a descoberta de que a presença paterna também se constrói nas pequenas tarefas do cotidiano.
Antes dos homens, os meninos.
Parte do que aparece na vida adulta começa muito antes, na forma como meninos aprendem a existir no mundo.
O Projeto Meninos nasce desse lugar: como uma tentativa de olhar para a origem e criar espaços de reflexão desde cedo.
Sigo atuando com comunicação, estratégia e desenvolvimento de projetos.
Ao longo da minha trajetória, trabalhei com posicionamento, narrativas, produtos, tecnologia, transformação digital e desenvolvimento de negócios. Hoje, essa experiência também se encontra com a gestão de programas estratégicos e a criação de experiências de aprendizagem.
Gosto especialmente dos projetos que pedem conexão entre pessoas, ideias, conteúdo, tecnologia e propósito.
Cada contexto pede uma forma diferente de construir.
Cada contexto pede um caminho.
Se você quiser levar uma conversa para um grupo, uma organização ou uma escola — ou construir uma palestra, jornada, programa ou projeto — podemos pensar juntos no caminho.